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The Evil Within 2

The Evil Within 2

Voltámos à dimensão demoníaca, e não foi uma viagem agradável (mas num bom sentido).

A última vez que vimos Sebastian Castellanos, detetive da polícia de Krimson City, tinha acabado de atravessar um reino demoníaco criado por Ruvik. Depois de sair do maldito hospício, seria de esperar que nunca mais voltaria a esse reino, mas enganámos-nos. The Evil Within 2 arranca pouco tempo depois do primeiro jogo, com uma revelação chocante. A sua parceira, Juli Kidman, informou-o que a filha Lily ainda está viva dentro dessa dimensão, apesar de até aqui se julgar morta num incêndio. Mesmo sem vontade de voltar a enfrentar esta dimensão macabra, Castellanos não tem outra opção se quiser resgatar a sua Lily.

Durante a Gamescom tivemos a chance de experimentar uma secção de The Evil Within 2, e gostámos do que vimos. Primeiro, um pequeno período de adaptação aos controlos, que são muito semelhantes aos do primeiro jogo. Ainda assim, em termos de fluidez de movimentos e de resposta, parecem ser bem melhores na sequela. Logo a seguir, um encontro com o primeiro boss, uma criatura monstruosa formada por partes de vários corpos, equipada com uma enorme serra. Não é uma luta possível de momento, e Castellanos não tem outra opção senão fugir. Guiámos o protagonista através de corredores apertados e tubos de ventilação para tentarmos encontrar a saída, sempre com o som da maldita serra por perto. Eventualmente conseguimos fugir da criatura, e é nesse momento que encontramos Stefano Valentino. Este misterioso fotógrafo, que é aparentemente um antagonista, transporta Castellanos para a área principal do jogo, a cidade Union.

Tornou-se logo evidente que a Tango Gameworks dedicou mais tempo e esforço ao design do próprio mundo de jogo. The Evil Within era um jogo bastante linear, mas a sequela beneficia de uma área urbana semi-aberta. Podem explorar uma série de ruas e edifícios, infestadas por criaturas medonhas e pessoas que estão há muito infetadas ou alteradas. Quando chegámos fomos recebidos por um grupo de soldados da empresa Mobius (que devem conhecer do primeiro jogo), mas não é certo que sejam amigos ou que durem muito tempo vivos. Eventualmente conhecemos uma personagem amigável, que nos ofereceu o seu abrigo para descansarmos. Mais importante que isso, permitiu-nos usar um rádio da Mobius, onde ouvimos Lily pela primeira vez.

Recebemos o objetivo de tentar detetar a direção do sinal e tentar segui-lo, mas não é só isso que o rádio apanha. Podem ouvir gravações de outras pessoas (umas mortas, outras vivas), e se prestarem atenção podem descobrir a localização de itens e armas. O mapa até indica o tipo de itens que podem encontrar, o que é extremamente útil. Como no jogo anterior, podem recolher uma série de materiais para construírem armas e acessórios, mas precisam de encontrar bancas próprias (existem várias). Bem, na verdade podem fabricar em qualquer lugar, mas são necessários menos recursos se usarem a banca.

Nas "casas seguras" vão encontrar bancas, uma máquina de café que restaura a saúde (mas demora imenso tempo a voltar a funcionar), uma estação de save, alguns recursos, e um espelho. Sim, o estranho espelho do jogo anterior está de volta, tal como a bizarra enfermeira e a sua máquina que permite evoluir as características de Castellanos. Desta vez, contudo, não vão aparecer no asilo. Aparecemos antes nos escritórios de Castellanos, na esquadra, e aqui tivemos acesso a uma série de funções. Podem ver os negativos de fotos, olhar para os colecionáveis, e até interagir com o gato de Juli (que podem ter visto na expansão Consequence do primeiro jogo).

The Evil Within 2 parece-nos uma sequela tradicional, no sentido em que pretende melhorar todos os elementos de jogo sem mudar muito a experiência de jogo. Gostámos da jogabilidade mais fluida, do mundo expandido, da variedade de inimigos, e da atmosfera dos cenários. A navegação através do rádio ajudou a manter algum foco, mas existe um maior incentivo à exploração natural. Tirando algumas animações faciais estranhas, The Evil Within 2 é também um jogo mais rico ao nível visual, tecnicamente superior em todos os aspetos.

Parece claro que só vimos a ponta do icebergue que será The Evil Within 2, e que ainda é preciso descobrir muitos pormenores. Ficou também a sensação de que esta sequela pode ser uma excelente forma de adquirir conhecimento e contexto em torno de Castellanos e da sua família, sobretudo para os jogadores interessados em explorar. E é de certeza esse o nosso caso. Na sexta-feira 13 de outubro, The Evil Within 2 será lançado para PC, PS4, e Xbox One.

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